Thursday, April 7, 2011
7 Abril 2011 - E Meu Marido Também
Gostei muito da cena quando abriram o voto para aldeia a fechar ou deixar aberto o website no filme português Dot.com. A parte mais engraçada foi a mulher que falou que ela e o marido estava para fechado. E depois, o homem que estava presidindo sobre a reunião falou, "Cada um, seu voto". A mulher fala "Meu voto, fechado....e o marido também". Outra vez, o homem recusa essa resposta e pergunta pra marido. Com hesitação, o marido vota ao contrário da mulher. Foi engraçado isso. Mas mais do que isso, foi uma coisa que realmente acontece. Em muitos relacionamentos, a mulher é que tem o poder. Ela, que faz as decisões. Ela, que tem controle do marido. Era interessante ver, que o homem ficou calado até que foi deixado falar. Ele tinha tanto medo, ou talvez submissão, da mulher dele. Com certeza, vou ficar mais conciente disso quando eu me casar. Como dizem, "Uma mulher feliz é uma vida feliz"
Thursday, March 31, 2011
31 Março 2011 - Os meus retratos
Essa citação vem do filme "Edifício Master". É quando Esther está contando sua história e respondeu a pergunta que o entrevistador fez sobre algo predileto do apartamento. Ela comenta que a coisa que mais gosta são os seus retratos. Interessante essa resposta para mim. Ela comenta que a razão para isso é que a gente tem que se amar. Temos que ter uma dignidade e auto-confiança para com nós mesmos. Depois na conversa, ela comenta que a solidão machuca muito. Eu acho que isso foi o tema mais marcante para mim nesse filme. Parece que cada um desses pessoas experiençavam uma certa forma de solidão. Alguns mais do que os outros, mas era fácil de reparar que muitos sentíam sós. A resposta do Esther, para mim, nos ensina uma lição muito importante. Não somos nada se não tivermos fé, respeito, dignidade, e confiança em nós mesmos. Vemos o oposto nisso ao ouvir a história de Daniella que tem o medo de situações sociais. Se não tivermos confiança em nós mesmos, vamos sentir sem dúvida aquele solidão que machuca tanto.
Sunday, March 20, 2011
Reação de Mutum e Sandra Kogut
Gostei bastante a oportunidade que tivemos de ouvir de Sandra Kogut mesmo depois de assistir seu filme "Mutum". Pude aprender um pouco mais sobre a história do filme e o "background". A intrevista com ela fez com que podíamos saber um pouco sobre porque ela fez o filme da maneira que ela fez. Primeiro, reparei que no filme, tinha muito silêncio. Tinha muitos tempos no filme que foram feitos para fazer com que a audiência entrasse um pouco mais na mente dos atores, como Tiago por exemplo. Ela respondeu essa pergunta, mais ou menos, quando ela tratou o assunto de música no filme. Ela decidiu não incluir música no filme para estabelecer aquele tom de reflexão. Deu para estabelecer mais autenticamente o contexto do filme e o desenvolvimento da história. Ajudou-nos a entender o Tiago, tanto seu personalidade quanto seus pensamentos. Foi uma história triste, mas ao mesmo tempo, muito ispiridora. Ao limitar o diálogo e ao não incluir música, o tom que cercava a família foi muito mais surreal. Isso fez com que a audiência participasse mais na história e desenvolvesse uma intimidade para com o protagonista, Tiago. Para mim, esse explicação de Sandra Kogut foi o que mais marcou a história para mim, e o que mais me ajudou fazer uma reflexão do filme.
Thursday, March 17, 2011
17 Março 2011 - Preciso Ir até o fim
Não....Mesmo que ela me abandone, eu preciso ir até o fim. Ainda que não seja por ela...que seja só ficar em paz consigo mesmo.
(Zé-do-Burro, Dias Gomes, Pagador de Promessas, 165).
Essa frase ficou comigo talvez mais do que qualquer outro frase da peça. Muitos vezes no ocorrimento da história vemos a determinação e a fidelidade do Zé aos seus princípios. Vemos a lealdade que tem para com o seu burro. Vemos a perserverança de seu caráter, mas isso talvez seja o amostra de comprometimento mais intenso para mim. A razão por isso talvez seja porque a fidelidade não é somente para com seu burro, mas é para si mesmo. Se a promessa para Santa Bárbara não era válida por qualquer razão, isso não iria impedir o Zé de cumprir aquilo que prometeu. Aqui é uma grande lição para cada um nós. Penso sobre o código de honra do BYU. Muitas vezes, ouvimos críticas dos padrões do BYU, se são bobas ou não - especialmente com a suspensão de Brandon Davies. Porém, o que é mais importante não é a regra em si, mas o fato de ser fiel a um compromisso que seja feita. Zé é uma pessoa como Karl Maeser. Ele não iria `forfeit´ seu integridade.
(Zé-do-Burro, Dias Gomes, Pagador de Promessas, 165).
Essa frase ficou comigo talvez mais do que qualquer outro frase da peça. Muitos vezes no ocorrimento da história vemos a determinação e a fidelidade do Zé aos seus princípios. Vemos a lealdade que tem para com o seu burro. Vemos a perserverança de seu caráter, mas isso talvez seja o amostra de comprometimento mais intenso para mim. A razão por isso talvez seja porque a fidelidade não é somente para com seu burro, mas é para si mesmo. Se a promessa para Santa Bárbara não era válida por qualquer razão, isso não iria impedir o Zé de cumprir aquilo que prometeu. Aqui é uma grande lição para cada um nós. Penso sobre o código de honra do BYU. Muitas vezes, ouvimos críticas dos padrões do BYU, se são bobas ou não - especialmente com a suspensão de Brandon Davies. Porém, o que é mais importante não é a regra em si, mas o fato de ser fiel a um compromisso que seja feita. Zé é uma pessoa como Karl Maeser. Ele não iria `forfeit´ seu integridade.
Wednesday, March 9, 2011
9 Março 2011 - É um burro com alma de gente
"Até me puseram um apelido por causa disso: Zé-do-Burro. Eu não me importo. Não acho que seja ofensa. Nicolau não é um burro como os outros. É um burro com alma de gente."
(Dias Gomes, Pagador de Promessas, 63).
Essa citação tem aluguns significados para mim. Primeiramente, essa citação mostra a inocência do Zé-do-Burro. Ele é uma pessoa simples e humilde. Ele tem intenções e desejos puros. Ele não está agindo com qualquer maldade ou mal-intenção. A nobreza de seu caráter se destaca aqui, por sua fidelidade em cumprir essa promessa. Compremetido é uma palavra que vem à mente para descrever o Zé. Me faz lembrar as pessoas mais humildes que eu conheci na missão. A vida é difícil, mas o maior parte deles são otimistas e fiéis a Deus. Assim é Zé. Ele amava tanto do seu burro que ele faria qualquer coisa para ele. Qualquer preço valia a pena. Não importava que ele vinha para um terreiro primeiro, assim como isso importava para o padre, porque a religiosidade do Zé era puro. O fé estava no coração dele.
Isso é um pouco diferente do padre. Para o padre, me parece que ele procurava denunciar Zé-do-Burro do qualquer jeito. Para o padre, não importava se o Zé fosse fiel à sua palavra, ele não ia aceitar a oferta do Zé. Não importava quanto o Zé tinha andado, nem quão sincero ele era no cumprimento de sua promessa. A religiosidade do padre estava no exterior e não no interior. Nesse sentido, ele me parecia como um fariséu. Ele não queria saber nada do coração do Zé nem reconhecia a fé dele. O padre interessava na lei religiosa externa.
A parte da citação que mais influenciou foi a expressão "É um burro com alma de gente". Se eu fosse na posição do padre eu iria me sentir sem coração com isso. Burro ou não, você tem que reconhecer as intenções boas do Zé e a fidelidade com que ele trouxe a cruz e cumpriu sua promessa.
(Dias Gomes, Pagador de Promessas, 63).
Essa citação tem aluguns significados para mim. Primeiramente, essa citação mostra a inocência do Zé-do-Burro. Ele é uma pessoa simples e humilde. Ele tem intenções e desejos puros. Ele não está agindo com qualquer maldade ou mal-intenção. A nobreza de seu caráter se destaca aqui, por sua fidelidade em cumprir essa promessa. Compremetido é uma palavra que vem à mente para descrever o Zé. Me faz lembrar as pessoas mais humildes que eu conheci na missão. A vida é difícil, mas o maior parte deles são otimistas e fiéis a Deus. Assim é Zé. Ele amava tanto do seu burro que ele faria qualquer coisa para ele. Qualquer preço valia a pena. Não importava que ele vinha para um terreiro primeiro, assim como isso importava para o padre, porque a religiosidade do Zé era puro. O fé estava no coração dele.
Isso é um pouco diferente do padre. Para o padre, me parece que ele procurava denunciar Zé-do-Burro do qualquer jeito. Para o padre, não importava se o Zé fosse fiel à sua palavra, ele não ia aceitar a oferta do Zé. Não importava quanto o Zé tinha andado, nem quão sincero ele era no cumprimento de sua promessa. A religiosidade do padre estava no exterior e não no interior. Nesse sentido, ele me parecia como um fariséu. Ele não queria saber nada do coração do Zé nem reconhecia a fé dele. O padre interessava na lei religiosa externa.
A parte da citação que mais influenciou foi a expressão "É um burro com alma de gente". Se eu fosse na posição do padre eu iria me sentir sem coração com isso. Burro ou não, você tem que reconhecer as intenções boas do Zé e a fidelidade com que ele trouxe a cruz e cumpriu sua promessa.
Thursday, March 3, 2011
3 Março 2011 - A resposta certeira
De português...
a resposta certeira e lépida a dardejar nos lábios,
o prazer saberoso e enternecido da má-língua.
(Rui Knopfli, Auto-Retrato, penúltimo verso).
Nesse poema, poeta africano Rui Knopfli explica um pouco sobre o seu caráter e donde herdeu as características dele. Eu pude reparar algumas caractéristicas semelhantes aos dos brasileiros por ele ter sido um produto também do colonialismo português. A citação que mais ficou comigo nesse sentido foi "a resposta certeira e lépida". Essa frase, junto com o frase que segue, serve como uma crítica da administração portuguesa. Porém, eu entendi o seguinte com essa frase. Os brasileiros tem uma mania de pensar que sempre estão certos, ou que sempre sabem de tudo. Quando você for perguntar direções para chegar num lugar desejado, você tem que perguntar uns 7 pessoas. Cada um deles oferecem uma resposta difrente e todos vai chegar à conclusão que a maneira deles é a única certa. Quando você for gripado ou doente, cada pessoa tem um remédio ou erva diferente para usar. É a mesma coisa. É muito engraçado ver isso como um americano que sabe como dizer não quando não sabe de alguma coisa. Parece que essa mania de sempre ter uma resposta também se relaciona com a mania de não poder dizer não. Assim que entendi essa frase. Dos portugueses, os povos brasileiros e luso-africanos herderam essa mania de sempre ter a resposta certa.
a resposta certeira e lépida a dardejar nos lábios,
o prazer saberoso e enternecido da má-língua.
(Rui Knopfli, Auto-Retrato, penúltimo verso).
Nesse poema, poeta africano Rui Knopfli explica um pouco sobre o seu caráter e donde herdeu as características dele. Eu pude reparar algumas caractéristicas semelhantes aos dos brasileiros por ele ter sido um produto também do colonialismo português. A citação que mais ficou comigo nesse sentido foi "a resposta certeira e lépida". Essa frase, junto com o frase que segue, serve como uma crítica da administração portuguesa. Porém, eu entendi o seguinte com essa frase. Os brasileiros tem uma mania de pensar que sempre estão certos, ou que sempre sabem de tudo. Quando você for perguntar direções para chegar num lugar desejado, você tem que perguntar uns 7 pessoas. Cada um deles oferecem uma resposta difrente e todos vai chegar à conclusão que a maneira deles é a única certa. Quando você for gripado ou doente, cada pessoa tem um remédio ou erva diferente para usar. É a mesma coisa. É muito engraçado ver isso como um americano que sabe como dizer não quando não sabe de alguma coisa. Parece que essa mania de sempre ter uma resposta também se relaciona com a mania de não poder dizer não. Assim que entendi essa frase. Dos portugueses, os povos brasileiros e luso-africanos herderam essa mania de sempre ter a resposta certa.
Thursday, February 24, 2011
24 de Fevereiro 2011 - Erro do português
Que pena!
Fosse um manhã de sol
O indio tinha despido
O português
(Oswald de Andrade, Erro do português, versos 4-7)
Para falar a verdade, eu não consegui a escolher qual poema fazer essa semana. A decisão era entre esse poema e ^O Brasil^. Eu gostei bastante dos poemas de Oswald de Andrade porque além de ser original os poemas dele são engraçados. Nesse poema podemos ver o grande crítico que tem existido na américa latina desde os europeus chegaram. Brasil, assim como quase todos os países de américa latina, experienciou um grande dicotomia de dois mundos. Brasil tinha que achar uma identidade entre dois mundos distintos - o legado de Europa colonial e o majestade da cultura indígena. Os portugueses dominavam tudo a respeito da desenvolvimento do Brasil. Eles agiram de modo bem imperialista e assim degeneravm os índios por não ser civilizados. Basicamente, os índios não tinham uma escolha. Perderam a sua terra, uma grande parte da população, e muitos de seus costumes para os portugueses. A proatividade e a força violento dos costumes europeus fizeram com que os índios sofreram bastante. Por isso, achei tanto humor no poema. Oswald de Andrade age como tudo isso, a dominação dos portugueses, fosse tudo uma coincidência. Ele escreve de uma maneira que lemos que a inferioridade dos índios foi pûs sobre eles só por acaso. Sabemos que não foi assim. Oswald de Andrade faz o humor através da temperatura dizendo que os portugueses chegaram na chuva, então tinham que vestí-los - o vestimento dos índios simbolizando a dominação imperial. Se, por acaso, os portugueses tinham chegado num de sol (que nós sabemos é muito comum no Brasil), então o índio iria despir os portugueses. Gostei bastante o humor nisso.
Fosse um manhã de sol
O indio tinha despido
O português
(Oswald de Andrade, Erro do português, versos 4-7)
Para falar a verdade, eu não consegui a escolher qual poema fazer essa semana. A decisão era entre esse poema e ^O Brasil^. Eu gostei bastante dos poemas de Oswald de Andrade porque além de ser original os poemas dele são engraçados. Nesse poema podemos ver o grande crítico que tem existido na américa latina desde os europeus chegaram. Brasil, assim como quase todos os países de américa latina, experienciou um grande dicotomia de dois mundos. Brasil tinha que achar uma identidade entre dois mundos distintos - o legado de Europa colonial e o majestade da cultura indígena. Os portugueses dominavam tudo a respeito da desenvolvimento do Brasil. Eles agiram de modo bem imperialista e assim degeneravm os índios por não ser civilizados. Basicamente, os índios não tinham uma escolha. Perderam a sua terra, uma grande parte da população, e muitos de seus costumes para os portugueses. A proatividade e a força violento dos costumes europeus fizeram com que os índios sofreram bastante. Por isso, achei tanto humor no poema. Oswald de Andrade age como tudo isso, a dominação dos portugueses, fosse tudo uma coincidência. Ele escreve de uma maneira que lemos que a inferioridade dos índios foi pûs sobre eles só por acaso. Sabemos que não foi assim. Oswald de Andrade faz o humor através da temperatura dizendo que os portugueses chegaram na chuva, então tinham que vestí-los - o vestimento dos índios simbolizando a dominação imperial. Se, por acaso, os portugueses tinham chegado num de sol (que nós sabemos é muito comum no Brasil), então o índio iria despir os portugueses. Gostei bastante o humor nisso.
Monday, February 21, 2011
Reação de Adriana Lisboa
É o seguinte. Gostei bastante da sessão com Adriana Lisboa. Eu somente pude assistir ao sessão sobre a tradução, mas fiquei impressionado de qualquer forma. O assunto foi bem mais interessante do que eu imaginei. Foi interessante aprender que ela começou através da música. Daí, ela deu algumas amostras de traduções próprias para editores e recebeu o chamado para traduzir sua primeira obra. Dos temas que mais gostei que ela tratou foi o assunto de tradução leal ao texto. Quando alguém traduze, ele tem que ser mais fiel quanto possível ao texto original. A tradução tem que parecer não como um tradução, mas tem que parecer um livro naquele língua mesmo. As vezes, ela explicou que não tem traduções exatas para metáforas ou expressões de uma língua. Nesse caso, o tradutor tem que fazer exeções ou sacrifícios mas a exeção tem que ser o mais exata quanto possível. Eu também não sabia sobre algumas dos dados de quanto porcentagem de livros são traduções no Brasil e quantos são nos Estados Unidos. Em resumo, a discussão foi bastante aproveitosa e edificante.
Thursday, February 17, 2011
17 Fevereiro 2011 Por que não nasci eu um simples vaga-lume?
"Pesa-me esta brilhante auréola de nume...
Enfara-me esta azul e desmedida umbela...
Por que não nasci eu um simples vaga-lume?"
(Machado de Assis, Círculo vicioso, Último estrofe)
Adoro todos as obras de Machado de Assis e essa poema segue todas as normas de Machado no fato de que essa poema é uma crítica de uma característica humana. Nesse sentido, a característica que está sendo criticado é o de querer ser outra pessoa. Há um círculo vicioso de sempre ver as coisas dos outros e há uma grande tentação de não ser contente com as coisas que temos. A forma do poema até simboliza um círculo. Por exemplo, o vaga-lume deseja a ser a estrela. A estrela então olhou para a lua com inveja. E depois, a lua olhou para o sol. Em fim, o sol pergunta "Por que eu não nasci um simples vaga-lume?" Cada estrofe fala sobre um objeto que tem inveja do outro. Assim é a vida de vez em quando. Machado de Assis tem uma maneira sútil de salientar faltas na natureza humana assim. É interessante que o sol, o mais poderoso e talvez influenciativo de todos os objetos no poema, tem inveja do pequeno vaga-lume. Você imaginaria que, por causa que todas as outras figuras no poema tem inveja de algo maior, o sol também teria...ou seria contente por ser a cara mais importante - o ´chefe´, o ´patrão´. Mas não, ele tem inveja da figura menor, menos importante, menos influenciativa. Devemos estar contente com as coisas que temos e a situação no qual nós nos achamos.
Enfara-me esta azul e desmedida umbela...
Por que não nasci eu um simples vaga-lume?"
(Machado de Assis, Círculo vicioso, Último estrofe)
Adoro todos as obras de Machado de Assis e essa poema segue todas as normas de Machado no fato de que essa poema é uma crítica de uma característica humana. Nesse sentido, a característica que está sendo criticado é o de querer ser outra pessoa. Há um círculo vicioso de sempre ver as coisas dos outros e há uma grande tentação de não ser contente com as coisas que temos. A forma do poema até simboliza um círculo. Por exemplo, o vaga-lume deseja a ser a estrela. A estrela então olhou para a lua com inveja. E depois, a lua olhou para o sol. Em fim, o sol pergunta "Por que eu não nasci um simples vaga-lume?" Cada estrofe fala sobre um objeto que tem inveja do outro. Assim é a vida de vez em quando. Machado de Assis tem uma maneira sútil de salientar faltas na natureza humana assim. É interessante que o sol, o mais poderoso e talvez influenciativo de todos os objetos no poema, tem inveja do pequeno vaga-lume. Você imaginaria que, por causa que todas as outras figuras no poema tem inveja de algo maior, o sol também teria...ou seria contente por ser a cara mais importante - o ´chefe´, o ´patrão´. Mas não, ele tem inveja da figura menor, menos importante, menos influenciativa. Devemos estar contente com as coisas que temos e a situação no qual nós nos achamos.
Thursday, February 10, 2011
11 Fevereiro 2011 - E rir meu riso e derramar meu pranto
"Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento"
(Vinicius de Moraes, Soneto de fidelidade, Segundo Estrofe)
De todos os poemas que lemos essa estrofe ficou mais comigo do que qualquer outro. O poema inteiro fala sobre as belezas de um amor verdadeiro, um amor real. Porém, essa estrofe invoca sentimentos mais profundos do que um amor qualquer ou ainda uma paixão. Essa declaração de Vinícius de Moraes mostra o poder real do amor, o que ele pode fazer para uma pessoa. Essa citação é uma manifestação musical da frase carpe diem do latim, significando que temos que viver nossas vidas de modo destimido, como se fosse a última dia de nossa vida. A expressão do poema que expressa esse conceito mais do que qualquer outro é a fala ^rir meu riso e derramar meu pranto^. Tanta emoção nessa frase. Tanta autenicidade do autor. Amor verdadeiro é esse, é viver como se durasse por apenas alguns momentos e viver todo momento como se fosse o último.
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento"
(Vinicius de Moraes, Soneto de fidelidade, Segundo Estrofe)
De todos os poemas que lemos essa estrofe ficou mais comigo do que qualquer outro. O poema inteiro fala sobre as belezas de um amor verdadeiro, um amor real. Porém, essa estrofe invoca sentimentos mais profundos do que um amor qualquer ou ainda uma paixão. Essa declaração de Vinícius de Moraes mostra o poder real do amor, o que ele pode fazer para uma pessoa. Essa citação é uma manifestação musical da frase carpe diem do latim, significando que temos que viver nossas vidas de modo destimido, como se fosse a última dia de nossa vida. A expressão do poema que expressa esse conceito mais do que qualquer outro é a fala ^rir meu riso e derramar meu pranto^. Tanta emoção nessa frase. Tanta autenicidade do autor. Amor verdadeiro é esse, é viver como se durasse por apenas alguns momentos e viver todo momento como se fosse o último.
Sunday, February 6, 2011
Reação do filme - Wasteland
Vou te contar que quando eu ouvi sobre o filme, e o assunto do filme vamos dizer - lixo, eu fiquei um pouco nervoso se eu o gostaria. Assisti um outro filme internacional para uma outra aula que tenho e eu não gostei de jeito nenhum. Mas, fiquei muito contente com a saída do Wasteland. É claro que foi norgento as vezes, mas a história é lindo. Fiquei até muito emocional em ouvir as histórias de Suelem, Isis, Zumbi, etc. O momento em que mais fiquei tocado foi logo depois do leilão em Londres quando o Zumbi chora com o Vik. Ele falou que ninguém acreditava, todo mundo duvidava, mas ele lutava e conseguiu. Isso foi a história que foi passado para mim. A gente mais pobre consegue conseguir coisas na vida. Não importa de onde nós viemos, podemos fazer coisas maravilhosas. Podemos tocar pessoas. O filme foi muito especial para mim porque estava no Rio de Janeiro, onde eu servi minha missão. A beleza do povo carioca foi mostrado aqui no filme de modo bem auténtico. Eu amo aquele povo. Ri bastante do sotaque, da maneira de falar, do jeitinho deles. Me fez parecer que eu estava lá com eles. O povo carioca sempre vai ficar no meu coração. Realmente, a vida é dificil por muitos lá. Tem que lutar por tudo que tem. Mas o Wasteland me ensinou para nunca duvidar as grandes coisas que podemos realizar se apenas crermos.
Tuesday, February 1, 2011
2 Fevereiro 2011
"Não há nada a fazer a não ser descobrir esse estrangeiro que há na gente."
(Ivan lessa, Somos todos estrangeiros, p.2-3)
Achei essa crônica e essa citação bastante interessante. A crôncia trata do conceito de que todos nós somos estrangeiros. Ou seja, cada ser humano é diferente. Não importa se formamos parte de um grupo, fazemos parte da mesma religião, comunidade, ou se temos o mesmo time de coração. Cada um de nós temos alguma coisa que nos destaca dos outros. Cada um de nós é diferente. Ainda que talvez temos características semelhantes para com os outros, há algo que faz-nos diferente. Essa exortação de descobrir aquilo que seja diferente nas pessoas é o que vale como explica o autor. Entendimento verdadeiro vem somente depois que podemos pôr de lado os pre-conceitos que anexamos com os outros. Não vamos poder nos unir e harmonizar com os de nossas comunidades, de nossa religião, de nosso país, e assim a humanidade se não formos capazes de celebrar aquilo que seja diferentes nas pessoas. O certo é que, ninguém é melhor do que ninguém. Somos estrangeiros. E até que descobrirmos o estrangeiro que há na gente, aquilo que temos a falar não tem valor nenhum.
(Ivan lessa, Somos todos estrangeiros, p.2-3)
Achei essa crônica e essa citação bastante interessante. A crôncia trata do conceito de que todos nós somos estrangeiros. Ou seja, cada ser humano é diferente. Não importa se formamos parte de um grupo, fazemos parte da mesma religião, comunidade, ou se temos o mesmo time de coração. Cada um de nós temos alguma coisa que nos destaca dos outros. Cada um de nós é diferente. Ainda que talvez temos características semelhantes para com os outros, há algo que faz-nos diferente. Essa exortação de descobrir aquilo que seja diferente nas pessoas é o que vale como explica o autor. Entendimento verdadeiro vem somente depois que podemos pôr de lado os pre-conceitos que anexamos com os outros. Não vamos poder nos unir e harmonizar com os de nossas comunidades, de nossa religião, de nosso país, e assim a humanidade se não formos capazes de celebrar aquilo que seja diferentes nas pessoas. O certo é que, ninguém é melhor do que ninguém. Somos estrangeiros. E até que descobrirmos o estrangeiro que há na gente, aquilo que temos a falar não tem valor nenhum.
Thursday, January 27, 2011
28 Janeiro 2011 "Ou muito. Não se sabe."
"Aqui, um território vazio, espaços, um pouco mais que nada. Ou muito, não se sabe. Mas não há ninguém, é certo. Uma cobra, talvez, insinuando-se pelas pedras e pela pouca vegetação. Mas o que é uma cobra quando não há nenhum homem por perto?"
(Sérgio Sant´Anna, Conto (Não Conto), 1)
Esse conto de Sérgio Sant´Anna é interessante pelo fato de que é tão abstrato. Realmente, não temos um contexto para seguir ou ambiente para se encaixar. A citação de cima apresenta algumas filosofias ou perspectivas diferentes do normal. Uma coisa que eu reparei dessa citação era o tema que as coisas como são dependem do ambiente. Isso é o ponto feito pela frase ^O que é uma cobra quando não há nenhum homem por perto?^. O pre-conceito normal de uma obra cobra é negativo, pelo menos de meu ponto de vista. Quando eu penso sobre cobras, minha primeira reação é de correr...ou se eu estivesse sentindo corajoso no momento, achar alguma coisa com o qual eu poderia matá-la. De qualquer jeito, minha primeira reação não é de pegá-la e levá-la para casa. Aqui, Sant´Anna nos mostra um posibilidade que pre-conceitos não existem. Ou seja, a cobra em si não é a mesma coisa se lá não houver os pre-conceitos que estariam lá num ambiente com alguém presente. Ainda mais, vemos o estudo de ambiente quando lemos a frase ^Ou muito. Não se sabe.^ O tema aqui é também que tudo é relativo.
É também interessante notar a posível comparação que Sant´Anna está fazendo com a imagem do serpente num território vazio. Essa scena faz lembra a scena da criação do mundo. Nesse caso, a comparação seria que a vida é relativa. Ou seja, não existe nada verdadeiro. Tudo é um invenção da mente, um conto que criamos com papel e tinta e espaço branco. Tudo é relativo. Não conheco a religiosidade do autor, e não sei se ele é atéu mas eu tinha que reparar o posível comparação de um mundo no qual definamos as coisas de acordo com nossas próprias pre-conceitos. Eu pessoalmente, acredito que essa vida tem significado mas era interssante ver outros posíveis opiniões.
(Sérgio Sant´Anna, Conto (Não Conto), 1)
Esse conto de Sérgio Sant´Anna é interessante pelo fato de que é tão abstrato. Realmente, não temos um contexto para seguir ou ambiente para se encaixar. A citação de cima apresenta algumas filosofias ou perspectivas diferentes do normal. Uma coisa que eu reparei dessa citação era o tema que as coisas como são dependem do ambiente. Isso é o ponto feito pela frase ^O que é uma cobra quando não há nenhum homem por perto?^. O pre-conceito normal de uma obra cobra é negativo, pelo menos de meu ponto de vista. Quando eu penso sobre cobras, minha primeira reação é de correr...ou se eu estivesse sentindo corajoso no momento, achar alguma coisa com o qual eu poderia matá-la. De qualquer jeito, minha primeira reação não é de pegá-la e levá-la para casa. Aqui, Sant´Anna nos mostra um posibilidade que pre-conceitos não existem. Ou seja, a cobra em si não é a mesma coisa se lá não houver os pre-conceitos que estariam lá num ambiente com alguém presente. Ainda mais, vemos o estudo de ambiente quando lemos a frase ^Ou muito. Não se sabe.^ O tema aqui é também que tudo é relativo.
É também interessante notar a posível comparação que Sant´Anna está fazendo com a imagem do serpente num território vazio. Essa scena faz lembra a scena da criação do mundo. Nesse caso, a comparação seria que a vida é relativa. Ou seja, não existe nada verdadeiro. Tudo é um invenção da mente, um conto que criamos com papel e tinta e espaço branco. Tudo é relativo. Não conheco a religiosidade do autor, e não sei se ele é atéu mas eu tinha que reparar o posível comparação de um mundo no qual definamos as coisas de acordo com nossas próprias pre-conceitos. Eu pessoalmente, acredito que essa vida tem significado mas era interssante ver outros posíveis opiniões.
Thursday, January 20, 2011
21 Janeiro 2011 "Crime ou luta?"
"Crime ou luta? Realmente, foi uma luta, em que eu, atacado, defendi-me, e na defesa... Foi uma luta desgraçada, uma fatalidade. Fixei-me nessa idéia. E balanceava os agravos, punha no ativo as pancadas, as injúrias... Mas eu perdoava tudo, tudo... ... E quem sabe mesmo se a luta e a morte não foram apenas coincidentes? Podia ser, era até o mais provável; não foi outra coisa. Fixei-me também nessa idéia..."
(Machado de Assis, O Enfermeiro, 5).
O Enfermeiro é um conto que realmente apela as características humanas. Nessa citação, entramos um pouco na mente de Procópio, o protagonista e também o narrador do conto. Procópio era um homem, sem muito valor para a sociedade. Aprendemos que ele não tinha nome de gente, que não tinha profissão notável, e não tinha reconhecimento. No ocorrimento da história, ele torna-se enfermeiro de um coronel velho. Depois de uma briga, Procópio acaba matando o coronel e resolve esconder esse segredo para o resto de sua vida. Também ironicamente, além de ter viver sob aquele remorso de ter matado o coronel, Procópio fica sabendo que ele era o benficiário da herança do coronel. Procópio, podemos dizer, sofreu para o resto de sua vida com o pesadelo de ter assassinado o coronel e entrou no vício de auto-defesa e justificação. A guerra que acontecia na mente dele era constante. Ele tinha que convencer si mesmo que a morte do coronel era inevitável e que Procópio não foi "o vilão". Ainda que a causa da morte do coronel era um segredo, por alguma razão (provavelmente porque a culpa que vinha de ter recebido a herança) Procópio tinha que provar para si mesmo que ele não estava errado em matar o coronel.
Será que foi o fato de que Procópio era o único beneficiário da herança ou a lembrança de realmente ter matado o coronel a principal causa por essa culpa? Talvez isso pode ser debatido e discutido. Eu acho, em particular, que a culpa iria existir na mente de Procópio de qualquer jeito, porém o fato de que ele foi o beneficiário único da herança do coronel fez com que essa culpa se tornasse num tormento eterno para ele.
De qualquer jeito, é importante notar que Machado de Assis tinha um propósito de ter incluído um protagonista assim para analisar o psicologia do ser humano. A característica que Machado de Assis estava criticando era o desejo carnal de se justificar ou culpar os outros pelos atos más que fazemos. Quando fazemos alguma coisa que não deveríamos ter feito, a reação natural é de não assumir a culpa. O ser humano não quer, de natureza, assumir a culpa. E quaisquer as justificações que Procópio podia imaginar (a morte do coronel era inevitável, foi um acidente, ele estava se defendendo), o fato foi que Procópio o matou. Ele não queria assumir a culpa. Ou seja, a lição deste citação é que não adianta correr das consequências que vem por causa de nossas ações. Correr das consquências não desejáveis é uma corrida que não tem fim.
(Machado de Assis, O Enfermeiro, 5).
O Enfermeiro é um conto que realmente apela as características humanas. Nessa citação, entramos um pouco na mente de Procópio, o protagonista e também o narrador do conto. Procópio era um homem, sem muito valor para a sociedade. Aprendemos que ele não tinha nome de gente, que não tinha profissão notável, e não tinha reconhecimento. No ocorrimento da história, ele torna-se enfermeiro de um coronel velho. Depois de uma briga, Procópio acaba matando o coronel e resolve esconder esse segredo para o resto de sua vida. Também ironicamente, além de ter viver sob aquele remorso de ter matado o coronel, Procópio fica sabendo que ele era o benficiário da herança do coronel. Procópio, podemos dizer, sofreu para o resto de sua vida com o pesadelo de ter assassinado o coronel e entrou no vício de auto-defesa e justificação. A guerra que acontecia na mente dele era constante. Ele tinha que convencer si mesmo que a morte do coronel era inevitável e que Procópio não foi "o vilão". Ainda que a causa da morte do coronel era um segredo, por alguma razão (provavelmente porque a culpa que vinha de ter recebido a herança) Procópio tinha que provar para si mesmo que ele não estava errado em matar o coronel.
Será que foi o fato de que Procópio era o único beneficiário da herança ou a lembrança de realmente ter matado o coronel a principal causa por essa culpa? Talvez isso pode ser debatido e discutido. Eu acho, em particular, que a culpa iria existir na mente de Procópio de qualquer jeito, porém o fato de que ele foi o beneficiário único da herança do coronel fez com que essa culpa se tornasse num tormento eterno para ele.
De qualquer jeito, é importante notar que Machado de Assis tinha um propósito de ter incluído um protagonista assim para analisar o psicologia do ser humano. A característica que Machado de Assis estava criticando era o desejo carnal de se justificar ou culpar os outros pelos atos más que fazemos. Quando fazemos alguma coisa que não deveríamos ter feito, a reação natural é de não assumir a culpa. O ser humano não quer, de natureza, assumir a culpa. E quaisquer as justificações que Procópio podia imaginar (a morte do coronel era inevitável, foi um acidente, ele estava se defendendo), o fato foi que Procópio o matou. Ele não queria assumir a culpa. Ou seja, a lição deste citação é que não adianta correr das consequências que vem por causa de nossas ações. Correr das consquências não desejáveis é uma corrida que não tem fim.
Thursday, January 13, 2011
13 Janeiro 2011 "De que me adiantava?"
"De que me adiantava casar com uma bailarina?", era isso o que ele respondia. Ninguém diria, mas Armando podia ser às vezes muito malicioso, ninguém diria. De vez em quando eles diziam a mesma coisa. Ela explicava que era por causa de insuficiência ovariana. Então ele falava assim: "De que é que me adiantava ser casado com uma bailarina?" Às vezes ele era muito sem-vergonha, ninguém diria.
(Clarice Lispector, "Imitação da Rosa", 55).
Esse conto trata-se de alguns temas importantes porém o mais marcante para mim foi essa questão do papel da mulher na sociedade brasileira da época. Essa citação deixa bem claro qual foi a posição da mulher na sociedade. Aqui é um diálogo que fala sobre a mentalidade que Armando tinha para com a Laura, a protagonista do conto. Ele - Armando - pergunta para alguém ou para si mesmo, qual foi o propósito que não conseguia tudo que queria por causa da ´insuficiência ovariana´ dela. Ou seja, ela só existia para serví-lo, e para o Armando, se ela não pudesse satisfazer esses requisitos, ela não prestava. Ela serviu um só propósito - providenciar felicidade para o homem.
Esse conto é um exemplo claro que, aos olhos dos homens da sociedade, a mulher só existia para servir. Elas não deveriam ter uma vida para si mesmo. Não deveriam gostar de algo. O papel da mulher, como foi mostrado no conto, foi de passar roupa, limpar a casa, e ser visto como um objeto. Portanto, o simbolismo neste conto é muito lúcido. As rosas provocaram uma grande debate na mente de Laura. Eram tão bonitas, e ela gostava tanto delas, porém ela lutou com si mesmo se eram para guardar para si. Na mente dela, ela não deveria ter algo para desfrutar por si mesmo. Ela existia só para agradar a Armando. Ela não tinha nada. Ela não era nada mas um imitação da rosa - um objeto bela para ser visto mas sem outro propósito.
(Clarice Lispector, "Imitação da Rosa", 55).
Esse conto trata-se de alguns temas importantes porém o mais marcante para mim foi essa questão do papel da mulher na sociedade brasileira da época. Essa citação deixa bem claro qual foi a posição da mulher na sociedade. Aqui é um diálogo que fala sobre a mentalidade que Armando tinha para com a Laura, a protagonista do conto. Ele - Armando - pergunta para alguém ou para si mesmo, qual foi o propósito que não conseguia tudo que queria por causa da ´insuficiência ovariana´ dela. Ou seja, ela só existia para serví-lo, e para o Armando, se ela não pudesse satisfazer esses requisitos, ela não prestava. Ela serviu um só propósito - providenciar felicidade para o homem.
Esse conto é um exemplo claro que, aos olhos dos homens da sociedade, a mulher só existia para servir. Elas não deveriam ter uma vida para si mesmo. Não deveriam gostar de algo. O papel da mulher, como foi mostrado no conto, foi de passar roupa, limpar a casa, e ser visto como um objeto. Portanto, o simbolismo neste conto é muito lúcido. As rosas provocaram uma grande debate na mente de Laura. Eram tão bonitas, e ela gostava tanto delas, porém ela lutou com si mesmo se eram para guardar para si. Na mente dela, ela não deveria ter algo para desfrutar por si mesmo. Ela existia só para agradar a Armando. Ela não tinha nada. Ela não era nada mas um imitação da rosa - um objeto bela para ser visto mas sem outro propósito.
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